Antes de analisarmos nomes, precisamos encarar um problema muito mais profundo: a forma como o brasileiro age diante da política. Passou da hora de tratarmos o futuro da nossa nação com seriedade e pararmos de agir como se a política fosse uma partida de futebol, onde duas torcidas fanáticas ficam se xingando, apontando os erros da outra e justificando os absurdos do próprio time sob a desculpa de que “o outro lado é pior”.O brasileiro precisa, urgentemente, parar de idolatrar políticos como se fossem artistas intocáveis. Quando o eleitor vota com a emoção cega ao invés da razão, ele ignora os fatos e passa pano para crimes de corrupção simplesmente porque tem o seu “político de estimação”. A mudança real no Brasil só começará quando o eleitor parar de agir como bobo e ligar o alerta de cobrança no nível máximo. É dever cívico e moral aprender o mínimo sobre os cargos ocupados e as reais funções dos seus representantes.Para o verdadeiro cristão, a palavra de Deus é taxativa. Em Apocalipse 3:15-16, somos alertados: “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno, vomitar-te-ei da minha boca”. Não existe meio-termo na régua moral de Cristo. Ou você pratica o que é certo, ou compactua com o erro. O cristão não fica em cima do muro.Hoje, a grande massa da sociedade brasileira encontra-se dividida entre dois polos que, na essência, falham brutalmente diante dessa régua moral: Luiz Inácio Lula da Silva e a família Bolsonaro.
O assalto institucionalizado
De um lado, temos Lula, o maior símbolo da corrupção institucionalizada que o Brasil já viu. Não poupemos palavras: o PT não apenas governou, mas estruturou um projeto criminoso de poder que saqueou o país por meio dos escândalos bilionários do Mensalão e do Petrolão. Como se o passado sombrio não bastasse, vira e mexe o governo se vê envolvido em novos esquemas de desvios, como as atuais suspeitas de fraudes no INSS. A Bíblia é clara no mandamento “Não furtarás” (Êxodo 20:15). Como pode um cristão endossar um sistema famoso pelo roubo sistemático do dinheiro suado do povo?
A falsa oposição e o “acordão”
Em contrapartida, temos Flávio Bolsonaro, que posa de conservador, mas é a verdadeira face da velha política. Flávio é o investigado, o conhecido “rachador” que montou um verdadeiro balcão de negócios com funcionários fantasmas. Ele faz parte da mesma turma de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Eles prometeram combater o sistema, mas se deitaram com ele. Não podemos esquecer o imperdoável “acordão” de Jair Bolsonaro. Havia passado no Congresso e no Senado um projeto de lei histórico que acabaria com as decisões monocráticas dos ministros do STF. O que Jair fez? Vetou. Ironicamente, essa mesma ferramenta ditatorial mantida por ele é a que hoje é usada contra ele próprio e seus aliados. Hoje, vivemos à mercê das canetadas de Alexandre de Moraes por culpa direta de Jair Bolsonaro, que agiu para blindar o filho Flávio das investigações. E o que é mais ultrajante: quando questionado sobre esse veto covarde pelo apresentador Vilela, no podcast Inteligência Ltda, Bolsonaro teve a audácia de dar uma resposta debochada e evasiva, com sua habitual língua presa: “Poffo ter feito iffo daí, eu não lembro”. Foi esse mesmo governo de Jair Bolsonaro que entregou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para um petista (Augusto Aras) arquivar investigações, que sancionou a criação do juiz de garantias para proteger corruptos e que indicou Kassio Nunes Marques e André Mendonça para o STF, ministros que frequentemente votam a favor da impunidade. E a cereja do bolo: Bolsonaro foi quem sancionou o aumento do absurdo fundão eleitoral, o que garantiu ao PT mais de R$ 1 bilhão do nosso dinheiro para as campanhas de 2026. Eles se alimentam do mesmo cocho do Centrão.Com esses históricos de corrupção, conchavos e traições, um verdadeiro cristão jamais poderia cogitar votar em um desses caras.
Por que vou votar no Renan Santos?
Eu acompanho o movimento desde o início, passei anos observando de perto a criação e a consolidação do Partido Missão. Posso dizer com tranquilidade que Renan Santos é, hoje, o único candidato com propostas verdadeiras, concretas e de base sólida para o Brasil.Enquanto a velha política vive de narrativas, Renan e seu grupo apresentaram o Livro Amarelo, um plano de governo denso que serve como diretriz para transformar o Brasil em uma potência global. Renan não fica apenas no discurso. Seu plano abrange a reindustrialização do país e o mapeamento estratégico das nossas terras raras, minerais vitais para a tecnologia mundial e a transição energética que o Brasil tem em abundância, mas deixa de explorar por amarras ideológicas e ineficiência.Mas o grande pilar do seu projeto, e o mais corajoso, está na Segurança Pública. Diante do domínio das facções, Renan assume a postura polêmica e necessária do “PRENDEU MATOU”. O endurecimento no combate ao crime organizado será absoluto. A política penal será baseada na lei e na ordem: penas extremamente pesadas e o envio imediato para superpresídios de segurança máxima. O fim das “saidinhas”, uma benesse grotesca e assassina mantida pelo garantismo do governo PT, é inegociável. Dados mostram que a reincidência criminal no Brasil beira os 70%, e a cada feriado de “saidinha”, inocentes perdem a vida nas mãos de criminosos que jamais deveriam estar nas ruas.No governo Renan, a regra é clara: o criminoso pode se entregar à justiça e passar décadas preso em regime duro, sem regalias. Mas se optar por entrar em conflito armado contra a polícia, será eliminado pelo Estado.Tanto preparo tem um efeito claro: nas sabatinas e entrevistas, ao ser questionado sobre qualquer assunto espinhoso, as respostas de Renan são surpreendentemente velozes, diretas e sem enrolação. Ele sabe o que fazer. Isso está causando tamanho pavor nos seus concorrentes que eles estão simplesmente cancelando suas participações em debates por medo do confronto de ideias.
Conclusão
O verdadeiro cristão não vota em rachador, funcionário fantasma investigado e nem em corrupto ladrão condenado. O verdadeiro cristão não passa pano para o “menos pior”. Ele simplesmente vota no justo, naqueles que têm a ficha limpa e propostas reais, ou não vota. Cristão não fica em cima do muro: ou faz o certo, ou compactua com o errado.















