O romance “Minha vida sem banho”, do autor Bernardo Ajzenberg, A obra foi agraciada com o prestigioso prêmio Casa de las Américas e também figurou entre os finalistas do Prêmio Oceanos de Literatura, consolidando seu reconhecimento no meio literário.
A imagem de um cacto robusto, densamente coberto por espinhos, que estampa a capa do livro, já antecipa a experiência sensorial que aguarda o leitor ao longo da narrativa. A escolha visual evoca uma sensação incômoda, comparável a uma coceira persistente que acompanha o indivíduo até a última página.
Bernardo Ajzenberg, nascido em São Paulo no ano de 1959, é um nome multifacetado no mundo das letras. Além de sua atuação como autor, ele também se destaca como tradutor, jornalista e editor. Sua trajetória literária é marcada pela publicação de contos em diversas revistas e coletâneas, bem como pela criação de oito romances que exploram diferentes temas e estilos narrativos.
Entre seus trabalhos de maior relevância, destacam-se “A gaiola de Faraday” (2002), que recebeu o prêmio de Ficção da Academia Brasileira de Letras, e “Olhos secos” (2009), que alcançou a posição de finalista no prêmio Portugal Telecom. Sua versatilidade também se manifesta no livro de contos “Homens com mulheres” (2005), que concorreu ao prêmio Jabuti.
O talento de Ajzenberg como tradutor também foi reconhecido com o prêmio Jabuti em 2010, pela sua tradução do romance “Purgatório”, do autor Tomás Eloy Martinez, originalmente publicado em 2009.
Fonte: www.naoeimprensa.com











