Uma investigação complexa está em andamento para apurar se o corpo de Celeste Rivas foi mantido em refrigeração antes de ser transferido para um veículo Tesla. A descoberta levanta novas questões sobre as circunstâncias que envolvem a morte da vítima e o tempo decorrido desde o óbito.
A possível refrigeração do corpo de Rivas pode ter um impacto significativo no trabalho dos investigadores. Uma das principais dificuldades é a precisão na determinação da data da morte. O processo de decomposição do corpo é influenciado pela temperatura ambiente, e a exposição a baixas temperaturas pode retardar esse processo, tornando a estimativa do tempo decorrido desde o falecimento consideravelmente mais complexa.
A refrigeração prévia pode comprometer a análise forense tradicional, que se baseia em sinais como o rigor mortis, livor mortis e a progressão da decomposição para estimar o momento da morte. Com o corpo submetido a temperaturas artificiais, esses indicadores podem se apresentar de forma atípica, dificultando a criação de uma linha do tempo precisa dos eventos.
A investigação busca agora determinar como a refrigeração, caso confirmada, pode influenciar a análise dos vestígios encontrados no local onde o corpo foi descoberto e no próprio veículo Tesla. Os investigadores estão coletando depoimentos e buscando evidências que possam esclarecer as circunstâncias que levaram à morte de Rivas e ao possível manuseio do corpo.
Ainda não está claro como a refrigeração do corpo pode impactar a decisão final sobre o caso. No entanto, essa nova linha de investigação adiciona uma camada de complexidade à apuração, exigindo uma análise minuciosa dos dados forenses e das informações coletadas. A equipe responsável pelo caso trabalha para desvendar todos os detalhes e chegar a uma conclusão precisa sobre o que realmente aconteceu com Celeste Rivas.
Fonte: www.rollingstone.com











