Após uma longa sessão de estúdio em Los Angeles, Rosé sentiu necessidade de relaxar. Para isso, ensinou aos seus colaboradores – os compositores Omer Fedi e Amy Allen – um jogo de bebida coreano durante um lanche noturno no McDonald’s. O jogo envolvia um cântico que ressuscitou casualmente no dia seguinte.
“Ela começou a dizer aleatoriamente, ‘Apateu, apateu'”, relembra o produtor Cirkut.
O incidente aparentemente banal se tornou a semente de “APT.”, uma das músicas que mostram a voz distinta de Rosé. A artista, conhecida por sua versatilidade e entrega vocal precisa, encontrou em “APT.” uma oportunidade de explorar novas nuances e texturas em sua performance. A colaboração com Fedi e Allen, juntamente com a produção de Cirkut, permitiu que ela experimentasse com diferentes abordagens vocais, impulsionada pela inspiração inusitada que surgiu daquele cântico coreano.
A história por trás de “APT.” demonstra como momentos inesperados e a química entre artistas podem gerar resultados surpreendentes. O simples ato de compartilhar uma tradição cultural, como um jogo de bebida, abriu caminho para uma nova direção criativa. A letra e melodia da música, embora não detalhadas, foram aparentemente influenciadas por essa atmosfera descontraída e pela espontaneidade da interação entre Rosé e seus colaboradores.
O processo de criação de “APT.” revela a importância da experimentação e da abertura a novas ideias no desenvolvimento artístico. A disposição de Rosé em explorar diferentes caminhos vocais, juntamente com a expertise de seus parceiros, resultou em uma música que destaca sua individualidade e a consolida como uma força criativa. A influência, mesmo que indireta, de elementos culturais e momentos de descontração demonstra que a inspiração pode surgir nos lugares mais inesperados, transformando experiências cotidianas em arte.
Fonte: variety.com











